Calendário Maia - Calendário Ritual - Tzolkin


Calendário Ritual: o ciclo de 260 dias

Um calendário utilizado por muitos povos que viveram na América Central, tais como maias, mexicas (astecas), toltecas, olmecas, mixtecas, zapotecas, etc.

Aqui, fica ainda mais clara (do que na conta longa) a intenção daqueles povos: criar ciclos que são fruto da combinação entre dois (ou mais) ciclos menores.

Percebemos isso facilmente dentro do Tzolk’in ou Tonalpohualli (nomes, respectivamente, em linguagem maia e mexica, pelos quais o ciclo de 260 dias ficou conhecido nos dias de hoje), pois ele é o fruto da combinação entre dois ciclos, o de 13 dias e o de 20 dias.

O ciclo de treze dias representa os treze níveis do céu, que estão acima da terra. Por isso mesmo, o ciclo de 13 dias acabou sendo também aplicado como ciclo DIURNO, ciclo da luz do dia.

Já o ciclo de vinte dias representa vinte forças da natureza, facilmente identificáveis no mundo material, tais como Vento, Serpente, Coelho, etc.

O Calendário Ritual (também "Calendário Sagrado") ou "Conta do Destino" é a combinação de 20 glifos dos dias com 13 numerais, formando 260 combinações únicas, 260 dias no total. Cada glifo e cada numeral tem determinadas características que, ao combinar-se, proporcionam a cada dia uma carga única de qualidades. Cada um dos (vinte) dias que formam um mês está representado por um glifo. Os vinte glifos dos dias e os treze números vão unindo suas particularidades, combinando-se entre si, e cada um deles compartilha suas características com os seres que chegam ao mundo e recebem sua influência no momento do nascimento.

Escolha um link abaixo para saber mais:

13 Números
20 Glifos


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