Calendário Maia - 13 Números - Calendário Sagrado - Tzolkin


Os 13 Números

É senso comum entre maianistas e mesoamericanistas que há uma cosmovisão mais geral em que o número 13 refere-se às treze divisões do “céu” ou moradas acima da terra. Cada uma dessas divisões, por sua vez, é governada por uma divindade, e coletivamente elas são chamadas de Oxlajun ti k’u (“treze divindades”).

Assim, os treze números do Tzolk’in são comumente associados a estes 13 “níveis”. É possível, a partir daí, dizer que os treze números trazem influências mais “cósmicas”, menos palpáveis que aquelas dos vinte glifos, que representam forças que se apresentam no mundo terreno, materialmente acessível.

De acordo com o guardião do calendário maia Apab’yan Tew, a sua linhagem - de Nawalja’ (Guatemala) - também pensa os números como sequências de interação de forças, com o número sete como diferença. Ou seja, o número um interage mais com o número oito, o dois interage com o nove, e assim por diante, com o número sete sendo o único “sem par”. Estas interações, tal qual “caminho de serpente”, se dão da seguinte maneira:

1

8

2

9

3

10

4

11

5

12

6

13

7


Clique em um dos 13 números abaixo para mais informações:

01 (Um)
02 (Dois)
03 (Três)
04 (Quatro)
05 (Cinco)
06 (Seis)
07 (Sete)
08 (Oito)
09 (Nove)
10 (Dez)
11 (Onze)
12 (Doze)
13 (Treze)

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