Calendário Maia - Calendário Sagrado - Tzolkin


4 (Quatro)

Nome Calendário Maia Yukateko (técnico): Kan
Nome Calendário Maia Yukateko (popular): Kan
Nome Calendário Maia Quiché: Kajib’
Nome Calendário Asteca: Nawi/Nahui

Regido por Tonatiuh, o Sol. O quatro se desdobrava no sete, porque ambos os números estavam associados no mês zodiacal de 28 dias. Por seu caráter lunar, este número é um exemplo da ambigüidade da numerologia tolteca, cujas sutilezas impedem um julgamento apressado. Segundo De la Serna, começava uma seqüência negativa:
"Diziam que a quarta, a quinta e a sexta casas eram infelizes, e os que nasciam nelas seriam desafortunados, revoltados, mal vistos, mal amados."

Por outro lado era, ao mesmo tempo, um número de estabilidade associado à Mãe Terra, razão pela qual o invocavam para atrair boa sorte, batendo quatro vezes na madeira. Usam o número quatro em todas as suas superstições. Dão quatro gritos às quatro direções pedindo favores, repetindo quatro vezes a palavra "Tahui!", que hoje não há quem entenda. Eles realmente veneravam o número quatro. Segundo Sahagún, geralmente todos os signos que carregavam o número quatro eram virtuosos.

Segundo a organização Saq' Be':
O equilíbrio. As quatro energias, elementos dos universos tridimensionais (vento, água, terra e fogo). Solidariedade, elementos. Quatro planos de manifestação (físico, mental, emocional e espiritual).

Regente asteca: Tonatiuh
Significa "Sol" ou "dia"; relacionado com tonalli ("dia, signo do dia" para os astecas) e com tona ("ele brilha").
Deus do Sol, provedor da vida ou da morte, representado com a língua estendida simbolizada por uma faca sacrificial, uma vez que ele exigia sacrifícios para que continuasse o seu movimento (Ollin).

Ave Mensageira: Zolin (Codorniz).
Uma ave símbolo do Sol, por acompanhar Tonatiuh. A plumagem desta ave representa o céu estrelado. É símbolo dos destinados ao sacrifício. Supõe-se que seja um disfarce do Deus Xipe Totec ("Nosso Senhor, o Esfolado").

VOLTAR