Calendário Maia - Calendário Sagrado - Tzolkin


13 (Treze)

Nome Calendário Maia Yukateko (técnico): Oxlajun
Nome Calendário Maia Yukateko (popular): Oxlahun
Nome Calendário Maia Quiché: Oxlajuj
Nome Calendário Asteca: Matlaktliommey

Chegamos ao selo da roda, regido por Citlalinicue, saia de estrelas, a forma feminina da Via Láctea. Esta divindade representava a totalidade dos deuses, indicando que o treze é regido também por todos os Deuses anteriormente citados. Sua natureza própria era a capacidade de formar ciclos, de organizar e submeter a estrutura dos empreendimentos.

Sahagún forneceu dois aspectos possíveis ao treze: a indiferença, sendo o treze em parte bom e em parte ruim, e o pensamento dos nativos de que eram sempre bons signos, que encerravam as trezenas e anunciavam que um novo ciclo de treze dias estava por vir.

O 13 é a segunda força da ação, a maior força, a manifestação da ação. Mas o 13 só se converte na manifestação da ação se, principalmente, o oitavo e o décimo degraus tiverem sido superados com sucesso.

Segundo a organização Saq' Be':
O fundamento e a base da pirâmide. Realização e transmutação. A magia de ser capaz de mudar e criar. Governa todos os outros números.

Regente asteca: Citlalinicue
Citlalin ("estrelas") + icue ("a saia dela"): Ela da Saia de Estrelas.
Obviamente uma deusa estelar, por vezes considerada uma das Tzitzimime (ver Itzpapalotl). Também conhecida como "Mulher Serpente".

Ave Mensageira: Toznene (Papagaio).
Indica que um corpo celeste está no poente.

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