Calendário Maia - Calendário Sagrado - Tzolkin


Noite/Casa

Nome Calendário Maia Yukateko (técnico): Akb’al
Nome Calendário Maia Yukateko (popular): Akbal
Nome Calendário Maia Ch’ol: Wotan
Nome Calendário Maia K’iche’: Aq’ab’al
Nome Calendário Mexica/Nahua (Asteca): Calli
Nome Calendário Zapoteca: Guela

Conhecido como Noite, Escuridão ou Casa.

NOTA: As informações contidas nesta página são oriundas de publicações e documentos selecionados. Privilegiamos fontes acadêmicas e nativas por compromisso ético. Não recomendamos qualquer uso descontextualizado do conteúdo.


Aq’ab’al

SIGNIFICADO DO GLIFO:
O glifo representa a coruja. Significa que a luz e a escuridão estão simultaneamente sustentadas. O lado escuro representa a sombra, e as linhas que vêm da frente em direção à parte inferior representam a luz.

NA EPIGRAFIA:
De acordo com John Montgomery, representa o segmento do corpo de uma serpente. Duas curvas opostas se encontram no topo, algumas vezes com o interior tracejado, representando as marcas do corpo da serpente. Os segmentos inferiores ondulados retratam as escalas da parte inferior da serpente. Simboliza “escuridão”, “período noturno” e “obscuridade”.

Segundo David Stuart, seu significado é “noite” ou “escuridão” em todas as língua maias. A forma do glifo do dia é difícil de interpretar e entender, mas pode derivar de uma convenção artística na representação de coisas escuras ou sem brilho. Na arte e iconografia maia do período clássico, glifos Akb’al decoravam os corpos de certas divindades do mundo inferior, incluindo o aspecto noturno do deus Sol. Em culturas do período pós-clássico, o significado era muito diferente, “casa”, embora talvez isso derive da ideia do mundo inferior como um escuro espaço arquitetônico interior.

EM DOCUMENTO MAIA CONTEMPORÂNEO:
Literalmente aurora ou madrugada. Símbolo de princípio e esperança. Não perder o valor e seguir fiel a seus princípios, com a certeza de que após cada noite o Sol volta a nascer. Dia para recordar nossos princípios, viver nossas convicções e recuperar ânimos, também para empreender coisas que há muito desejávamos começar. É a dualidade (luz/escuridão), a força renovadora, o sair da rotina, da monotonia. É o glifo de renovação das oportunidades, a dualidade. Têm sempre um pé no passado e outro no futuro. É um nawal concebido sob um dia Tz’ikin (Men) e seu destino é representado pelo glifo B’atz’ (Chuwen).

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